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segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Por que não coligamos com o PSOL em SC

Clausmar Luiz Siegel,
Operário petroleiro e militante do PSTU.

Vários companheiros tem nos perguntado o motivo de não termos feito uma aliança eleitoral com o PSOL catarinense neste ano de 2014: tentaremos responder a estes companheiros com o presente texto! Mas antes mesmo de respondermos, queremos reconhecer a legitimidade da pergunta. De fato, houve sim a possibilidade de que tal aliança acontecesse e inclusive nós do PSTU chegamos a contar com esta alternativa em determinado momento. Reuniões entre os dois partidos foram feitas, e o que era apenas uma possibilidade por pouco não se concretizou. Portanto, nada mais natural do que esta pergunta! E agora, já no meio do processo eleitoral, começa a ficar claro o motivo pelo qual nós desistimos desta possibilidade. Sobre os motivos pelos quais o PSOL preferiu não se coligar conosco, nós preferimos não abordar aqui, pois esta pergunta não nos cabe responder.

Todos sabem da polêmica nacional que temos com os companheiros psolistas em torno do financiamento de campanha: trata-se de um debate já velho, e que adentrou os muros do próprio PSOL, com diversas manifestações públicas de correntes deste partido que, assim como nós do PSTU, são contrárias ao recebimento de contribuições de empresas e empresários. A própria candidata a presidente pelo PSOL, Luciana Genro, enfrenta esta polêmica agora novamente, uma vez que aceitou contribuição da rede gaúcha varejista Zaffari. Nós mesmos estamos com problemas em relação a este fato nos estados em que fizemos coligação com o PSOL. Portanto, ledo engano de quem pensou, como nós, que o PSOL não pegaria este dinheiro contaminado!


Contribuições de algumas empresas aos candidatos a Prefeito
Mas além disso, há ainda outro motivo, talvez ainda mais importante: trata-se do caráter político das candidaturas, ou melhor dizendo, "a quem estas candidaturas se dirigem, a quem servem?". Também nisto temos tido diferenças com os companheiros do PSOL. Tomemos como exemplo um fato ocorrido na nossa aliança eleitoral em 2012 aqui em Blumenau, quando o Sr. Osni Vagner encabeçou a campanha. Havíamos acordado de que aquela aliança se dirigiria a classe trabalhadora e seria claramente contra a burguesia, no melhor do estilo marxista de fazer política. Qual não foi nossa surpresa, seguida de indignação e ira, quando o nosso candidato à prefeito reuniu-se a portas fechadas com a ACIB, a maior organização da burguesia local? Por que uma candidatura classista, voltada aos trabalhadores e claramente contra burguesia, haveria de se reunir secretamente com a fina flor do empresariado paroquial? Foi, sem nenhuma dúvida, uma traição não somente aos paradigmas daquela aliança, daquele acordo eleitoral conosco, mas principalmente, uma apunhalada na própria classe trabalhadora blumenauense, que acabou ficando órfã de uma candidatura sua e exclusiva. Este fato, somado a ajuda que aquela candidatura prestou a candidatura (também burguesa) da petista Sra. Ana Paula, fez com que nós do PSTU tornássemos público o nosso arrependimento por termos feito àquela coligação em 2012.

Sargento Soares (PSOL) na ACIB
Voltando à atualidade, estamos assistindo a história se repetir. Há poucos dias foi noticiado que o candidato à governador pelo PSOL/SC, o Sr. Afrânio Boppré, queixou-se do fato de que a FIESC, sim, a FIESC, a maior associação empresarial do estado, não o convidou para uma reunião a portas fechadas! E logo alguns dias depois, a ACIB (novamente a blumenauense ACIB) tratou de amenizar a "grosseria" da entidade mor, e então convidou Afrânio para o diálogo privado. Afrânio prontamente respondeu comparecendo com toda a sua chapa majoritária, e seguindo o exemplo de Osni, tratou de frustar qualquer esperança de que faria uma campanha no marcos da classe trabalhadora.

Campanha do PSTU é nas fábricas têxteis
De nossa parte, ao contrário do que aconteceu há dois anos passados, não precisamos nos arrepender da aliança mal feita: simplesmente, não fizemos a malfadada coligação. Nossas candidaturas seguem firmes na defesa intransigente das propostas e dos métodos de luta dos trabalhadores. Não seguimos o mesmo caminho do PT e por isso estamos ombro a ombro com os operários/as têxteis que estão submetidos a salários baixíssimos.

Presidente do SINTRAFITE declara apoio ao PSOL
Apenas duas dúvidas nos ocorrem, e ainda carecemos de mais tempo para elucidá-las, quais sejam: a) Qual o motivo que leva a ACIB, sempre a ACIB, a convidar o PSOL para as sabatinas íntimas? A própria FIESC não formulou o convite, e a ACIB não faltou em faze-lo, por que? Terá a burguesia local, fortemente têxtil, algum interesse, alguma simpatia específica pelo PSOL? b) E haverá alguma ligação disto com o fato de que a Sra. Vivian Bertoldi, presidente do sindicato dos trabalhadores têxteis de Blumenau (SINTRAFITE) e diretamente ligada ao patronal, na mesma semana do acontecimento da reunião não pública com a ACIB, declarou apoio público a chapa majoritária do PSOL estadual? Ou será simples coincidência?

Por enquanto, nós do PSTU, ainda não temos respostas para as duas questões acima! Por enquanto, sabemos apenas que não fazemos a menor questão de nos reunirmos seja com a FIESC, seja com a ACIB, ou com qualquer outra associação empresarial, numa situação não pública! Por enquanto, continuamos pedindo aos trabalhadores que nos ajudem a pagar as nossas contas de campanhas eleitorais. Por enquanto, seguimos firmes no melhor de tradição de Marx e Engels, e que já perdura a mais de 150 anos: mantemos a nossa autonomia financeira e política perante os algozes da nossa classe! Fortaleça essa luta! Vote 16!

Zé Maria, Presidente 16!
Gilmar Salgado, Governador 16!
Rosane, Senadora 160!

Deputados Federais:
Gabriela 1616!
Jonas 1606!

Deputados Estaduais:
Marcus 16016!
Tião Amaral 16116!




sexta-feira, 4 de outubro de 2013

A NOVA CONJUNTURA NACIONAL DE LUTAS E SUA CHEGADA EM BLUMENAU: DÚVIDAS A SEREM RESPONDIDAS PELO TEMPO!

Clausmar Luiz Siegel, operário petroleiro e militante do PSTU.

Que o mundo vive um clima convulsivo já há alguns anos, isso já é consenso! Os fatos no Norte da África, no Oriente Médio e na Europa não permitem qualquer dúvida. Mas que o Brasil chegou, ou pelo menos caminha em direção a este estágio, ainda há quem relute em aceitar. Para nós do PSTU, as “Jornadas de Junho” (parece que é este o termo que melhor descreve aqueles gloriosos dias) somadas aos dois dias de intensa mobilização sindical (11/07 e 30/08) por parte da Classe Trabalhadora já dão sinais claros e evidentes de que em breve estaremos respirando os ares que sopram do Oriente supra-equatorial.

Mas, o que nos chama a atenção não é esta constatação pura e simples, nem mesmo a polêmica sobre até que ponto ela é verdadeira ou não. Estamos convictos de que a tendência é de um aumento das lutas nos próximo período, e quem viver, verá! Precisamente, o que nos chama a atenção é a repercussão que estes fatos vindouros trarão sobre Blumenau: convidamos o leitor a fazer conosco um exercício de análise. Assim, com este “espírito”, sinta-se a vontade o leitor que quiser polemizar sobre este tema em nosso blog local.

Neste início de ventania, notamos que o movimento sindical blumenauense está desunido: nenhuma central sindical consegue dizer que possui maioria, ou hegemonia (como preferem os adeptos de Gramsci), no sindicalismo local. Há uma pluralidade enorme de visões políticas e de interesses econômicos locais que dificultam a unidade sindical nas ações mais gerais aqui nas terras do Sr. Hermann Bruno Otto.


A CUT, maior central brasileira, não se organiza localmente, ainda que possua boa parte das filiações sindicais: SINTRASEB, SINTE, SEEB e Sindimetalúrgicos. Falta-lhe o principal: a adesão política de algumas destas diretorias, fazendo com que as filiações sejam meramente cartoriais. A diretoria do SINTRASEB e a maioria da direção regional do SINTE são ativas defensoras da CUT, mas nos metalúrgicos este empenho já não é forte!

Surpreendeu o fato de que no site no SEEB (http://www.bancariosblumenau.org.br/site/noticia.php?cod=1912) convocava a mobilização do dia 30/08 se utilizando da resolução da Executiva Nacional da CUT de 22/08, que por sua vez desvirtuava o próprio caráter da atividade. Desvirtuava na medida em que centrava fogo no PL 4330, e sabemos todos que a CUT mentia ao afirmar que este seria o mais importante motivo da luta de 30/08!!!! A surpresa surge do motivo que teria levado a diretoria do SEEB a se utilizar deste chamado recuado e mentiroso da CUT: qual seria? Por que não se utilizou de uma fonte não cutista e que refletisse o real motivo da mobilização, como por exemplo de algum material da INTERSINDICAL*, com quem a diretoria do SEEB tem afinidades políticas? Estaria a diretoria do SEEB fazendo com que este sindicato volte ao aglomerado cutista?

A CTB e a Força Sindical continuam sem forças na cidade: embora que com simpatizantes em várias categorias, e CTB em Blumenau sofre as conseqüências da crise da direção do PCdoB por seus devaneios na eleição de 2012. E a UGT, ainda que possua dois importantes sindicatos filiados (comerciários e têxteis), também não aparece com uma central organizadora e ativa, e pelo mesmo motivo que a CUT também não aparece: as filiações são meramente protocolares, e não políticas “a vera!”

Analisando o SINTRAFITE surge uma segunda dúvida: até que ponto este sindicato está realmente e politicamente filiado a UGT? Trazendo assessoria política da INTERSINDICAL* para o ACT/2013, cabe perguntar: continua a diretoria do SINTRAFITE ligada a UGT?

Como vemos, a organização dirigida pelo Sr. Mané Melato é a grande incógnita blumenauense para este recém nascido período de lutas: tanto SEEB como SINTRAFITE se mostram titubeantes em relação a esta organização! E por último, a constatação de uma lamentável lacuna neste espectro político-sindical local: a ausência de uma nova força no cenário das classes populares que lutam neste país, o MPL. Se este movimento esteve presente nas mobilizações de junho (e anteriores ainda), mais recentemente sumiu de cena.

De nossa parte, da parte do PSTU, continuamos a incentivar a CSP-Conlutas em Blumenau nas categorias dos correios e operários têxteis. Ainda que com pouca expressão local, temos o orgulho de construirmos em Blumenau esta organização combativa e desburocratizada da classe trabalhadora.

E o SINSEPES? E o SINDETRANSCOL? E o SITICOM? E o SINTEVI? Como se posicionam?
De qualquer forma, tendo em vista o aumento das lutas, o aumento de mobilizações, e quiçá até mesmo uma Greve Geral como aquelas que foram feitas na década de 80, estas dúvidas com certeza desaparecerão! Pois não há nada, absolutamente nada, que a Luta de Classes e a Revolução Permanente não resolvam: ainda que tardiamente, mas hão de resolver!

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* A “INTERSINDICAL” a que nos referimos é a liderada pelo sindicato dos metalúrgicos de Campinas – SP (www.intersindical.org.br), e não a “INTERSOL” (www.intersindical.inf.br). Note o leitor que ambas possuem o mesmo nome, e faz-se necessária a diferenciação política. A segunda inexiste em Blumenau.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Porque a burguesia detesta ver a vida como ela é?

Dois programas eleitorais do nosso candidato a vereador, Giovani Zoboli 16016, foram arbitrariamente tirados do ar nesta semana. Embora a causa para a retirada de ambos os programas seja a mesma, ou seja, o fato de que dói para os poderosos serem desmascarados dentro de suas próprias casas, ainda assim, optamos por tratar em textos diferentes estes dois fatos iguais. Neste texto trataremos do programa com o caráter de Luta Operária. O programa contra as opressões tem um texto específico que pode ser lido a baixo.
Já muito se escreveu sobre o papel opressor dos meios de comunicação de massa, de modo especial a televisão. Colocada nas salas das casas como sendo uma janela para os sonhos, uma entrada para um mundo irreal, e televisão reproduz a ideologia das classes que dominam econômica e politicamente a sociedade. Nas novelas, nos programas de auditório, nos “reality shows”, e até mesmo nos telejornais, tudo é muito lindo, tudo está bem, tudo está certo. Até aqui, nenhuma novidade!

Nos horário político “gratuito” (a produção custa o “olho da cara”!) não poderia ser diferente: os candidatos financiados pelos empresários não mostram a realidade! Mostrá-la seria assumir que o capitalismo monopolizador, o imperialismo, não conseguem mais gerar a melhoria de vida para a maioria da humanidade. Mostrar a realidade seria, para estes agentes do Capital, assumir a derrota de que suas propostas e promessas são de fato mentiras eleitorais que não duram 4 anos.

Só um partido da classe trabalhadora, voltado para as lutas e mobilizações, tem a coragem de por no horário nobre a imagem de milhares de operários entrado e saindo de seu local de trabalho. Entram e saem do seu local de exploração, de extração do suor mal pago! Entram e saem cotidianamente, de forma mecânica, sem esperanças de um futuro melhor.

Mas, onde está a “coragem” em mostrar tal cena? Por que isto é tão agressivo aos olhos patronais? Por que a empresa filmada pediu (e conseguiu) que o filme fosse retirado do ar?

Mostrar esta cena implica necessariamente mostrar o nome da empresa em que a cena foi gravada, implica necessariamente mostrar a fachada desta empresa. Alguém há de perguntar: mas não poderia ser outra a empresa, tinha que ser esta? Respondemos: poderia sim, poderia ser qualquer portão de fábrica, pois em todos, a cena é a mesma. E da mesma forma, qualquer que fosse a empresa, qualquer que fosse a fachada, o recurso a arbitrariedade também seria o mesmo!

Quem tem medo da democracia?
Que nas eleições prevalece o jogo do dinheiro, que só se elege quem tem milhões para os golpes de mídia, isto também todos já sabemos! Já há muito nós do PSTU dizemos que a saída para os trabalhadores não virá pela via eleitoral. Só com organização e luta, tanto nos portões das fábricas como nos sindicatos, é que nós trabalhadores chegaremos a resolver os problemas que nos afligem no dia-a-dia. Tudo isso já dissemos!

O que nos causa estranheza e ver que a burguesia não suporta mais o peso da sua própria farsa democrática: as regras eleitorais, que não são iguais para todos, já são democráticas demais para os patrões! Não basta controlar a maioria dos candidatos com doações milionárias: precisam arbitrar também sobre os candidatos que eles não controlam pelo dinheiro!

Que mal há em mostrar na televisão a fachada de uma empresa? Que mal há em mostrar o seu nome ou o seu logotipo? Não são todos, fachada, nome, logotipo, todos, públicos? Há segredos contidos neles? Ninguém adentrou a fábrica para mostrar como se da a exploração no local de trabalho propriamente dito, ninguém adentrou sem permissão a propriedade privada (sagrada para os capitalistas), ninguém filmou segredos industriais ou patentes exclusivas.

Foram apenas imagens de locais já públicos, da rua, locais amplamente conhecidos pela população, locais que podem ser vistos a qualquer momento. Inclusive, nós do PSTU, convidamos todos a verem a fachada da fábrica no próximo final de semana: basta passar em frente e enxergarão a mesma fachada, o mesmo logotipo e o mesmo nome que foi motivo para que caçassem o programa.

Ocorre que um portão de fábrica é um perigo enorme para os patrões: ali os trabalhadores se encontram, conversam, trocam idéias, e isto é um perigo eminente! Mostrar o agito de um portão, os trabalhadores em confraternização e se organizando, isto põe em cheque as mentiras dos políticos burgueses, e também das TVs a serviço do sistema. A democracia dos ricos, que nem é tão democrática assim (pois prevalece o poder econômico), incomoda aos que tem medo de verem na TV a vida como de fato ela é! Estamos voltando aos tempos de ditadura?

E por fim, uma curiosidade: saiba o leitor que a diretoria do Sintrafite, o sindicato dos trabalhadores têxteis, tentou também ela tirar este mesmo programa eleitoral de Giovani 16016 do ar, mas não conseguiu. Agora, o patronal, conseguiu! Curioso, não acham?


Assistam o programa sobre os Operários Têxteis [censurado]

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Candidato a vereador pelo PSTU sofre tentativa de agressão por parte dos dirigentes do Sindicato Têxtil de Blumenau e Região (SINTRAFITE)!

No dia 11 de julho, o candidato a vereador Giovani Zoboli (PSTU) e outros dois militantes estavam distribuindo panfletos da Oposição Linha Operária em frente à fábrica Coteminas. O Linha Operária é um grupo de oposição à direção do SINTRAFITE, surgido há dois anos e formado por operários que reivindicam a Central Sindical e Popular Conlutas. Apesar de ser formado por operários, a ditadura nas fábricas e no sindicato impedem que eles apareçam publicamente.
Giovani Zoboli, carteiro, participa da CSP-Conlutas e integra a Oposição Linha Operária desde sua formação, contribuindo na elaboração e distribuição nas fábricas da cidade, mesmo recebendo constantes ameaças por telefone. O setor têxtil está em campanha salarial e o boletim trazia propostas e reivindicações para serem apresentadas para a assembléia de 14 de julho.
Durante a panfletagem, o Vice-presidente do SINTRAFITE, Alcides Alves de Oliveira (Moreno), e o 1º Tesoureiro, Luiz Carlos Tomaz, partiram para agressão física, arrancando os panfletos e ameaçando “quebrar de pau” se continuassem a panfletar as fábricas, além de perseguirem na rua, de modo que tiveram que pedir ajuda num posto policial para poderem ir embora.
Devido à crise econômica, este setor tem sido duramente atingido com a concorrência dos produtos chineses. Os próprios trabalhadores apontam que a Teka ainda não efetuou o pagamento deste mês, a Hering teve grandes perdas na Bolsa de Valores e a Coteminas fechou sua fiação e sua tecelagem na unidade de Blumenau além de ter um dos maiores prejuízos da sua história em 2011.
Ao invés de lutar para melhorar as condições de trabalho ou conquistar estabilidade no emprego durante a crise, o Sindicato Têxtil de Blumenau tenta calar a socos e pontapés a Oposição Linha Operária. Esta prática já é comum neste sindicato, sendo alvo de manchetes nos jornais e TV's, além dos inúmeros escândalos de desvio de dinheiro, fraudes, processos por agressão física inclusive entre os próprios diretores, isso sem falar dos escandalosos salários de R$ 5.700,00 durante seus cinco anos de mandato, enquanto a categoria amarga um piso salarial de R$ 820,00.
Diante da gravidade destes acontecimentos, é indispensável que o Fórum dos Trabalhadores de Blumenau e seus sindicatos participantes, bem como a imprensa, divulguem este crime contra os trabalhadores. A liberdade de expressão é um direito assegurado pela Constituição Federal e sua violação é um ataque à sociedade.
Para mais informações, acesse linhaoperaria.blogspot.com.br.

Saudações Socialistas!